4 lançamentos da Honda que não decolaram no Brasil

Desde sempre, a Honda é líder de vendas no Brasil. Sua estratégia de mercado sua alta capacidade de produção e distribuição além de lançar produtos que ocupem todos os setores do mercado garantindo um público-alvo bem diversificado. Mas apesar da tradição e do nome forte, nem todos os lançamentos da Honda foram bem recebidos pelo mercado brasileiro.

CH 125 Spacy

Importado do Japão, o Spacy foi comercializado no Brasil entre 1993 e 1994 com aproximadamente 2.200 unidades vendidas.
O Spacy talvez tenha sido o produto certo na época errada, pois com as importações praticamente recém liberadas, os scooters eram encarados como "brinquedos caros" e com um mercado limitado, a manutenção era cara e escassa. O visual exótico e o preço alto minaram de vez a carreira do Spacy.



XL 1000 Varadero

Chegou ao Brasil em 2007 importada da Espanha para fazer frente à bem-sucedida Suzuki V-Strom 1000. Apesar do motor potente e do design bem acertado, a Varadero custada R$ 57.902 contra R$ 43.180 cobrados pelo modelo da Suzuki. Custando 32% a mais que sua principal rival, sem apresentar qualidadese atributos que justificassem tanta diferença, a Vstrom deixou de ser importada em 2009.



CBR 250R

Com o grande sucesso da Kawasaki Ninja 250 (e em menor escala da Kasinski GT-R 250 entre aqueles que queriam entrar no mundo das esportivas, a Honda decidiu lançar um produto para concorrer no mercado das pequenas esportivas, e em 2012 começou a importar da Tailândia a CBR 250R. A pequena CBR trazia design atual, e opção de freios ABS, mas por outro lado pecava pelo motor monocilíndrico e suspensão dianteira convencional contra motores bicilíndricos da Ninja e Comet GT-R (esta equipada com suspensão invertida). Mais uma vez, o preço mais alto não era justificado frente às rivais e a Honda tirou a CBR 250R de seu catálogo de modelos no mesmo ano. A chegada da Ninja 300 uma ano depois deixou a pequena Honda para trás de vez.



NX 400i Falcon

A Falcon saiu de linha em 2008 por não se adequar às leis de emissões do PROMOT, dando lugar à XRE 300. Em 2013, dotada de injeção eletrônica e poucas mudanças visuais, a Falcon voltou ao mercado nacional, mas a XRE custava 2 mil reais a menos e oferecia freios ABS, motor flex e um visual mais atual. Sem espaço na própria casa, a Falcon novamente saiu de linha em 2015.




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